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Como escolher uma escola para seus filhos



Nesta época do ano os pais começam a pensar em que escola matricular os filhos para o próximo ano. Segundo a Coordenadora Pedagógica do Centro Universitário UNINTER e Mestra em Educação, Inge Suhr, vários são os elementos que podem orientar nesta decisão. “O primeiro passo é analisar se a ideologia da escola em questão combina com a da família. Por exemplo, se a família participa ativamente de uma comunidade evangélica e a escola assumir que tem fortes laços com a doutrina espírita, possivelmente ocorrerão conflitos”, lembra.

Outra sugestão da especialista é verificar se a proposta pedagógica da escola combina com as expectativas, uma vez que há escolas que enfatizam mais a disciplina, outras que seguem propostas alternativas, bem como métodos específicos. “Conversar com o pessoal da escola, visitar o site, além de conversar com outros pais para ter uma noção de como ela organiza o ensinar e o aprender é fundamental. Também vale a pena verificar se o espaço físico permite a realização das atividades propostas pela escola. Se a escola afirma propiciar aulas de robótica, é preciso questionar em que espaço e com que material ela ocorre, por exemplo”, cita.

Mais do que a modernidade tecnológica uma boa escola precisa “ensinar bem”, de acordo com Inge. Por isso, ela destaca que os pais não podem se deixar levar apenas pela existência de tablets, computadores ou quadros interativos, uma vez que eles serão muito úteis, mas não substituem bons professores. “Também é preciso entender que o fato de a escola ter convênio com uma grande rede ou sistema de ensino garante o material que será utilizado, mas não o modo como será usado. Converse com o pessoal da escola, principalmente a coordenação pedagógica, e investigue se o professor tem autonomia para adequar o material às necessidades da turma ou se ele apenas cumpre o que foi programado pelos autores dos livros ou apostilas”, comenta.

Outros tópicos importantes, segundo a pedagoga do UNINTER, é a análise da distância da escola de casa ou da facilidade/dificuldade de transporte escolar. “Pode não parecer, mas este é um fator que causa muito estresse em pais e alunos. Também é preciso analisar o nível socioeconômico do público da escola. É sempre bom que a criança se sinta acolhida, ou seja, que não se sinta pressionada a participar de atividades ou manter um nível de gastos ao qual a família não pode corresponder”, conclui.

Fonte: Thalita Guimarães
Talk Assessoria de Comunicação



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